Guest Series - The Translation Profession · intérprete · Libras · tradutor · Translation Profession

Profissão Tradutor – Paloma Bueno Fernandes

A convidada deste mês é a querida e talentosa Paloma Bueno, intérprete de Libras. Quando falamos em comunicação, a maioria das pessoas pensa somente em comunicação falada (voz) e texto. No entanto, há muitas outras formas de comunicação. A comunicação não falada, por exemplo, inclui o uso de pistas visuais, como linguagem corporal (kinesia) e distância (proxêmica), ambientes físicos ou aparência, voz (paralinguística) e toque (interpretação tátil e comunicação háptica). Já a língua brasileira de sinais (Libras) é a língua de sinais (língua gestual) usada pela maioria dos surdos dos centros urbanos brasileiros. Ela é derivada tanto de uma língua de sinais autóctone, que é natural da região ou do território em que se habita, quanto da língua gestual francesa; por isso, é semelhante a outras línguas de sinais da Europa e da América. Paloma nos conta como ingressou nessa área e vem desmitificar algumas coisas sobre a Libras.

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Meu pai, a tradução e eu: da paixão por idiomas à importância dos tradutores.

Meu pai e eu sempre compartilhamos três paixões: cultura, história e línguas estrangeiras. Tentamos compartilhar uma quarta – o Direito, mas mesmo tendo me formado na área, eu acabei seguindo pela tradução. Lembro-me, ainda pequena, de meu pai incentivando meus estudos linguísticos. Eu passava horas na frente do espelho tentando imitar sotaques e repetia as frases dos meus atores favoritos em seus idiomas nativos. O amor por línguas certamente vem dele, mas a paixão por transpor os obstáculos culturais e linguísticos que, sem a tradução, poderiam nos separar (ainda mais), veio de cada vez que eu ajudei alguém a se comunicar com um estrangeiro, traduzi textos para amigos e, finalmente, percebi que essa era a minha vocação, o meu chamado. Quando decidi me dedicar integralmente à tradução, meu pai ficou preocupado. Lá se foram cinco anos de Direito, dois anos como estagiária concursada do Ministério Público do Estado de São Paulo e três anos de experiência na prática jurídica. Mal sabia ele (e eu também), que o Direito continuaria presente na minha vida como tradutora. Ao longo dos anos, meu pai foi aprendendo comigo e eu continuei aprendendo com ele. Neste post, meu pai fala das paixões que compartilhamos, do curso de tradução que fez este ano para melhor compreender minha profissão e como ele vê a importância da tradução, como diriam os Titãs, “desde os primórdios até hoje em dia”. Enjoy!

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Profissão Tradutor – Maria Thereza Stetner

Maria Thereza Stetner conta como começou na profissão quando, após ter se aposentado como professora de inglês da Cultura Inglesa e da rede estadual (SP) de ensino, foi aprovada no concurso público da JUCESP para Tradutor Público e Intérprete Comercial.
Maria Thereza foi intérprete no meu casamento civil, em 2009. Começou ali uma gostosa camaradagem profissional que dura até hoje. Mantivemos contato, indicamos clientes uma para a outra ao longo dos anos e ela ainda trabalhou comigo e com meu marido mais uma vez, em 2014, quando tivemos que traduzir uma montanha de documentos para o nosso retorno para os EUA. Leia este post e conheça um pouco mais da trajetória dela e veja o quanto ela tem a nos ensinar.